03 janeiro 2012






esta é a canção que associo sempre ao fim da minha adolescência: estava a acabar o liceu quando comprei o álbum «still life», um dos discos que mais me marcou.
não sei se é pelo piano e voz de peter hammill, se pelo sax de david jackson ou pelo poema, mas ainda hoje acordo muitas vezes a ouvi-la em mim - e nunca me cansa... é isso um clássico?





Searching for diamonds in a sulphur mine, leaning on props which are rotten,
hoping for anything, looking for a sign that I am not forgotten.
Lost in a labyrinth of future mystery, tracing my steps, all mistaken,
trusting to everything, praying it can be that I am not forsaken.

I wait by the door, wondering when you will come and keep me warm.
I pray for the end of the night, hoping the light will still the storm
which presently entraps me;
helpless sea-monster stranded on the shore, marooned in an ecstasy of waiting,
I yearn, although knowing that I shall dive no more in the tide already racing.

My lungs burst to cry: “Finally how could you leave me here to die?
I freeze in the chill of this place with no friendly face to smile goodbye -
how could you let it happen?”

How could you let it happen?
Dreams, hopes and promises, fragments out of time, all of these things have been spoken;
but still you don't understand how it feels when I'm waiting for them to be broken.







2 comentários:

  1. e eu comecei a ouvir Van Der Graaf Generator por causa do José Luís :D
    A Cartas de marear são novas, mas levam-nos aos mesmos electricos, poemas, canções de sempre... felicidades para o novo blogue. E para ti.
    Tudo, tudo de bom.

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  2. obrigado {anita}, que bom teres passado por aqui :)

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